Wagner Moura não quer mais saber de novelas. O experiente ator, considerado por muitos um dos melhores de sua geração no Brasil, está viajando por todo o país para divulgar seu mais novo trabalho, o filme “Praia do Futuro”.
No longa, ele interpreta Donato, um salva-vidas gay. Ele falou, em entrevista ao jornal “Extra”, sobre as cenas quentes da produção – estreia de 15 deste mês – e ressaltou ser difícil tirar a roupa.
“A natureza do trabalho do ator é se colocar e colocar o seu corpo em situações que não são do seu cotidiano. É sempre complicado tirar a roupa, mas eu já tinha um nível de integração muito grande com o Clemens [Schick, ator com quem contracena]. As cenas com o irmão eram mais complicadas. Eu sou pai de três meninos… eu ficava me perguntando: ‘Como ele deixa aquele menino lá e fica dez anos sem dar notícias?’ O abandono era mais difícil”, explicou.
Wagner Moura também tratou sobre o longa relatando a vida de Edir Macedo – seu nome foi cotado para interpretar o pastor da Igreja Universal do Reino de Deus.
“Não vou interpretar o Edir Macedo, como já sugeriram. Sei que a Record, há muito tempo, convidou o Padilha para dirigir a biografia dele, mas nunca me chamaram. E se me chamarem, não farei, porque já tenho um projeto com o Karim Ainouz de fazer um filme tendo um pastor evangélico como personagem principal”, finalizou.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
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